Orlando: A viagem mais mágica!

A cada viagem que eu faço fica mais difícil de escrever. Explico o porquê: Cada viagem tem sido tão surpreendente que já não tenho mais adjetivos para descrever os sentimentos que cada uma despertou. Não dá par dizer “Esta viagem foi especial”, porque todas foram, e acredito que a próxima, e a outra, e a outra ainda, todas serão. Mas sabe de uma coisa? A viagem para Orlando foi muito mais que especial! Apesar de ser um destino tão batido, tão popular e tão comum, foi a realização de um sonho para mim pois pude conhecer o lugar que habitou minha imaginação durante toda a minha infância e adolescência: Hogwarts! Só por isso já valeu cada centavo… Ainda por cima, pude levar comigo, além do meu super companheiro Rafa e da minha companheirinha Gigi, meu pai e minha mãe, e lá nos encontramos com uma pessoa muito especial que é o meu tio Sid, que mora no Canadá. A viagem não teria sido a mesma sem eles.

Galera animada, mas nessa foto a Gigi  ficou séria

Como sempre, quando se trata de viagem com criança pequena, surgiram muitos comentários do tipo “Mas ela é tão novinha, não vai lembrar de nada!”, ou “Não vai aproveitar nada!”, ou ainda “Vocês só vão se estressar”, mas o que eu digo é que a viagem foi um presente para mim, para nós todos, e não um presente para a Giovana especificamente. Eu queria conhecer Orlando, e a Gigi vai aonde eu vou, portanto ela nos acompanhou, e sabe de uma coisa? Ela amou ver os personagens preferidos dela ao vivo! Super aproveitou e a verdade é que para ela não tem tempo ruim, tudo estava bom. Eu acredito que nunca é uma fase ruim para ir para a Disney, porque cada fase da criança será aproveitada de uma forma. Agora ela aproveitou os personagens, mais velha vai aproveitar o mundo de princesas enquanto ela acreditar que é de verdade, e ainda mais adiante irá aproveitar as atrações. Nada impede de irmos mais vezes (que o dinheiro nunca falte, rsrs) e aproveitar cada uma dessas fases. Passei um pouquinho de trabalho com relação à amamentação mas conseguimos contornar com muito bom humor (depois explico melhor), e no mais ela se comportou muito bem! Na época da viagem ela estava com 1 ano e 11 meses.

Um abraço gostoso na Minnie

Normalmente escrevo o blog durante a viagem para que possam acompanhar, mas a viagem foi tão intensa que ficou impossível! Chegava no nosso apartamento morta de cansada e no outro dia começava tudo de novo! Então aqui vou eu relembrando cada detalhe para, além de tentar passar um pouquinho da emoção desta viagem, deixar algumas dicas que talvez sejam valiosas para quem pretende ir para lá.

Bom, vamos aos fatos práticos da viagem. Fomos entre o finalzinho de março e o início de abril. Não é altíssima temporada como julho/agosto, mas diria que é uma média temporada pois pega o Spring Brake (férias de primavera nos EUA) e um pouco do feriado da páscoa. Os parques estavam cheios sim, mas acho que estarão o ano inteiro e com um pouco de planejamento e principalmente com os aplicativos dos parques nos auxiliando, conseguimos ir em todas as atrações que queríamos (exceto uma).

Com relação ao clima, achei perfeito pois estava quente o suficiente para usarmos roupas curtas, mas não estava aquele calor exagerado e insuportável do verão. Ficamos de bermudas e camisetas o tempo todo. Pagamos as passagens com milhas, do programa de fidelidade da Latam (Multiplus). Conseguimos um ótimo preço: 50.000 ida e volta por pessoa. A Gigi só utilizou 5.000 pois ainda não pagava passagem mas pelo programa de milhagens tem uma taxinha.

Alugamos um apartamento sensacional pelo Air BNB e foi a melhor coisa que fizemos! Como tinha uma cozinha completa, fazíamos quase todas as nossas refeições no apartamento e economizamos muito na comida. Além disso, tinha dois quartos e era muito espaçoso. Foi muito confortável e nos sentíamos “em casa” quando chegávamos dos parques mortos de cansados.

Também alugamos um carro para nos locomovermos com mais facilidade e não perdermos muito tempo no transporte público, mas pelo que pesquisei realmente vale a pena alugar carro por lá. Orlando é muito grande e os parques são longe uns dos outros, e o transporte público não é tão eficiente quanto em outros lugares por aí. Acho que só não vale a pena alugar se você for ficar em um dos resorts da Disney mesmo (pois você pode utilizar o transfer). No nosso caso, como éramos em 6 mais as malas, alugamos um carro enorme!

Carro para 8 lugares

Farei um post sobre cada parque e também sobre cada um dos assuntos mais importantes, como os ingressos e sobre o aluguel de carro e como é dirigir nos EUA. Me acompanha nesta viagem? Então, “vambora”!

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Tulum e Akumal – 24/10/2013

Nos últimos 2 dias resolvemos alugar um carro. Achamos que valeria a pena já que só de taxi para o aeroporto iríamos gastar em torno de USD 50,00, e no penúltimo dia queríamos visitar Tulum, a cidade Maia (claro que se eu não fosse em uma ruína Maia eu não iria sossegar…), e Akumal, a praia que você pode nadar com as tartarugas. Akumal fica na metade do caminho para Tulum, e até Tulum dá uns 50 minutos de carro. Poderíamos ter ido de coletivo até Akumal e depois novamente para Tulum, e de Tulum pegar um ônibus para voltar. Mas só o que iríamos gastar com tudo isso, somado o valor do taxi para o aeroporto, já daria os USD 105,00 do aluguel (para os dois dias). Alugamos um Hyundai Dodge Attitude 1.6 (não me perguntem porque Hyundai e Dodge, o Rafa saberá explicar melhor…rsrs…). Assim poderíamos fazer nosso próprio horário e levar toda a nossa bagagem.

Fomos primeiro em Tulum. Chegando lá, nos ofereceram para contratar um guia que iria nos explicar tudo sobre a cidade Maia, mas resolvemos ir sem guia mesmo. Tudo tem plaquinhas e conseguimos entender mais ou menos o que cada uma daquelas construções era. A entrada foi USD 5,50 por pessoa. As construções estão bem conservadas, especialmente o castelo principal, que é o maior de todos. Este fica bem na beirada do penhasco que termina em uma praia de tirar o fôlego. Tem uma escada para descer até a praia, mas como o tempo estava meio ruim (pela primeira vez nesses dias) resolvemos só tirar fotos de cima. Até tomamos um banho de chuva. Fiquei impressionada em saber como a civilização Maia era organizada e sofisticada!

Depois dali, fomos então para Akumal. Paramos em um restaurante chamado La Buena Vida, na beira da praia. Ele é todo rústico, a comida é uma delícia e os preços são bem justos.

Depois de mais um banho de chuva do lugar onde estacionamos o carro até a praia, entramos no mar com os snorkels à procura de tartarugas, mas não botávamos muita fé que iríamos conseguir ver alguma coisa. Foi só nadarmos alguns minutinhos que já encontramos a primeira! E depois outra, e mais outra! Que linda que elas são! Tiramos muitas fotos, filmamos muito, o Rafa até conseguiu fazer carinho em uma delas. Muito legal, e o melhor de tudo é que é a única coisa que fizemos por aqui que é de graça! O Mike nos deu a dica que talvez alguém tentasse nos cobrar para entrar na praia, mas deveríamos dizer que a praia é pública e que eles não poderiam nos cobrar. No entanto não vimos ninguém querendo cobrar. Tem várias barraquinhas onde se pode alugar snorkel e pé de pato, mas como levamos os nossos economizamos nisso também. Vale a pena trazer um snorkel bom, pois o meu era meio ruim e incomodou bastante.

Fomos embora satisfeitos por termos nadado com tartarugas, e impressionados com a beleza delas!

P.S: A internet está horrível e só consegui fazer o upload de uma foto… Quando estiver no Brasil coloco mais.

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Xplore – 23/10/13

Sabe quando alguma coisa supera completamente as suas expectativas? Então, foi o que aconteceu com o parque Xplore! Nós havíamos pesquisado na internet e já sabíamos que teria bastante aventura, mas não imaginávamos que a adrenalina seria tanta!

No dia anterior (22/10) chegamos a Playa Del Carmen, uma cidadezinha com mais cara de Caribe, que comentarei sobre em outro post. Em Playa iríamos passar mais 3 dias, e já havíamos planejado ir no parque Xplore no segundo dia que estivéssemos lá. Assim, em nossas passeadas para “reconhecimento do território” começamos a perguntar os preços do passeio para o Xplore nas lojinhas de turismo. Em alguns lugares queriam nos cobrar USD 129,00 por pessoa com translado, no nosso hotel ficaria por USD 109,00. Foi aí que conhecemos o Mike, da Solatino, uma pequena agência de turismo bem no meio da 5ª avenida, no centrinho de Playa. O Mike é um cara muito gente fina, que nos deu muitas dicas sobre a região. Compramos com ele o nosso passeio para o Xplore por USD 105,00 por pessoa com translado e all inclusive (comida e bebidas não alcoólicas a vontade).

Ele havia nos alertado que era interessante levarmos sapatilhas de mergulho, pois iríamos nadar no rio subterrâneo e poderíamos machucar os pés nas estalagmites, e que no Walmart conseguiríamos por um bom preço. Fomos até lá (bem perto do nosso hotel) e compramos por USD 12,00 cada uma. Aproveitei para comprar também uma blusa de nylon pois ele disse que a água era bem gelada.
Nunca agradeci tanto por ter comprado alguma coisa: as sapatilhas foram muito úteis pois usamos o tempo todo dentro do parque, e a blusinha além de me proteger do frio, me ajudou a não me machucar com as cordas das tirolesas. Recomendo também levar um shorts daqueles de praia que pode molhar, pois as cordas realmente machucam a virilha. Eu não levei e estou cheia de hematomas hoje…

No dia seguinte, pegamos o ônibus as 8:30 da manhã e chegamos ao parque em apenas 15 minutos. Na entrada tivemos que assinar um termo de responsabilidade, dizendo que estamos cientes do perigo de nos machucar em algumas das atividades caso não sigamos as instruções corretamente. Além disso pegamos a chave para o armário, e os capacetes. Estes devem ficar o tempo todo na cabeça, pois o parque é quase todo dentro de uma caverna. Além disso, eles possuem um micro-chip que ativam as câmeras do parque que tiram fotos que ao final, claro, eles vão tentar te vender a parte.

O Mike nos deu a dica de ir primeiro na tirolesa, porque se deixássemos para depois teria fila. Assim chegamos ao local das tirolesas e descobrimos que não era só uma, mas 14 tirolesas divididas em 2 circuitos: um era mais longo e alto mas pegava menos velocidade, o outro era mais curto e baixo mais pegava mais velocidade. Começamos pelo mais curto, mas fizemos os dois circuitos. Ao começo do circuito eles colocam as cordas em você, e você leva isso ao longo de todo o percurso. Antes de começar deu medo, mas a primeira e a segunda eu pude ir com o Rafa e me acostumei, depois eu já até soltava as mãos e curti muito! A sensação é incrível! No primeiro percurso tem até um tobogã! E tem duas tirolesas que terminam na água. No segundo tem umas muito altas, a mais alta de todos tinha 45 metros de altura! Muito legal! Filmamos bastante e os vídeos ficaram bem engraçados!

A segunda atividade que fizemos foi o nado no rio subterrâneo. Era um rio dentro de uma caverna e podíamos observar as estalagmites e estalactites de pertinho! O rio não dava pé na maior parte do tempo, então tínhamos que nadar o tempo todo. As margens do rio eram de pedra e se não tomássemos cuidado acabávamos ralando os joelhos. Haviam 2 percursos, o mais curto levava apenas 5 minutos, o mais longo levava meia hora! A água estava bem gelada e a cada segundo eu agradecia a bendita blusinha de nylon que comprei, rsrs…

Depois que terminamos fomos almoçar. O restaurante é bem gostoso, tem muita variedade de salada e pratos leves. Vários tipos de azeites e pimentas (adoro!). Delicioso!

Finalmente fomos na atividade mais aguardada por nós: O Jeep anfíbio! Cada casal entrou em um Jeep e acelerou. Na verdade o parque diz que não é para ir muito rápido pois não dá para apreciar a paisagem. Precisamos ir 2 vezes no mesmo circuito para perceber que tinha jacaré, rsrs… São dois circuitos de 5Km cada, passando por cavernas, pontes, buracos, foi muito legal! Algumas cavernas tinham água e é aí que o tal do “anfíbio” entrava em ação. Essa atração é adrenalina na certa, e muitas gargalhadas! Filmamos mais do que tiramos foto, por isso acabamos achando que valia a pena comprar as fotos tiradas pelo parque. Para os 4 ficou em USD 31,00 por pessoa e ganhamos um pendrive bem bonitinho.

Nossa excursão voltava as 17hs e por isso não deu tempo para fazer a última atração que era o percurso de canoa pelo rio subterrâneo, mas o Mike havia nos alertado para deixar por último e somente fazer se desse tempo, pois era quase igual ao nado no rio subterrâneo mas as pessoas se batiam muito para conseguir virar a canoa nos cantos estreitos, então dava muita fila e acabava sendo chato.

Saímos do parque mortos de cansados mas muito felizes! Esse parque foi demais! Vale muito a pena, recomendadíssimo!!

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Mergulho de cilindro – 21/10/13

No mesmo dia que compramos o passeio para o Xel-Há naquele quiosque na praia, compramos também o mergulho de cilindro. Havíamos planejado fazer o mergulho de cilindro na ilha de Cozumel, onde tem o segundo maior recife de corais do mundo, mas nos explicaram que lá não é para principiantes, somente para quem já tem o brevê, pois tem uma profundidade de 40m! A notícia boa é que economizamos bastante do valor que havíamos projetado. Lá em Cozumel, o transporte de barco ida e volta mais o mergulho de cilindro ia nos custar USD 250,00. Aqui custou USD 80,00 o transporte, o mini-curso, o treinamento em piscina e dois mergulhos: um no museu subaquático e outro em um recife de corais, com duração de cerca de 40 minutos cada um. Os mergulhos seriam de no máximo 8 metros de profundidade.

O passeio começava as 11hs da manhã, quando deveria ter vindo uma van nos buscar no hotel, mas recebi uma ligação na recepção dizendo que haviam tido um probleminha técnico com a van e que poderíamos pegar um taxi que eles pagariam no destino.

Chegamos então na Marina Marazul e começamos nosso curso. O nome da empresa é Cancun Scuba For You, e ela é certificada pela Padi (que é o órgão internacional de mergulho com cilindro). O nome do nosso instrutor era Nuldolfo, um cabeludo com cara de surfista e muito gente boa! Ele nos explicou para que servia cada parte do equipamento de mergulho e quais os sinais que utilizamos lá embaixo, tudo em espanhol mas bem fácil de entender.

Depois do mini-curso que durou cerca de 40 minutos, fomos para uma piscina para treinar algumas situações como quando entra água na máscara, quando perdemos o “respirador” que ele disse se chamar “Segundo estágio”, quando o instrutor nos pergunta quanto de ar ainda temos, e todos os sinais. Só então fomos para o mar.
Pegamos uma lancha e fomos para perto de Isla Mujeres, onde tem o Museu Subaquático. Este museu tem cerca de 470 estátuas que referenciam os trabalhadores locais, colocadas no fundo do mar para desviar um pouco os mergulhadores dos corais, que estavam sendo depredados. Eles estão aumentando aos poucos este número, e pretendem chegar a 10 mil estátuas na próxima década. Tinha até um fusca! A água é transparente, nem parece que estamos no fundo do mar. Tem muitas espécies de peixes. Encontramos até uma lagosta! A sensação é incrível! Tudo muito lindo! Deu um pouco de medo no começo, uma certa agonia, mas conforme fui vendo tudo aquilo e me acostumando com a sensação de “respirar” embaixo da água, fui me soltando e já estava nadando livremente vendo tudo. O instrutor sempre estava por perto e as vezes nos chamava para saber como estava o nosso ar e se estávamos bem.

O segundo mergulho foi no recife de corais. Ali tudo era muito colorido! Neste mergulho o instrutor viu que estávamos super bem então nos deixou descer sozinhos, sem ficar acompanhando e falando quando deveríamos fazer a equalização (soprar para sair o ar dos ouvidos). Lá embaixo sempre estávamos “em bando” junto ao instrutor, mas tínhamos a liberdade de olhar o que queríamos, filmar, tirar fotos. Havia um fotógrafo profissional que nos acompanhou e ao final do passeio nos vendeu por 45 dólares todas as fotos do grupo. Essa nós achamos que valia a pena comprar pois apesar de a gopro nos ter servido muito bem, a câmera dele era profissional e as fotos ficaram melhores sem dúvida. Ele nos passou no pendrive na hora.

Depois de voltarmos à superfície, pegamos a lancha e voltamos para a marina. Uma van nos levou de volta ao hotel, sem custo extra.

Sem dúvida alguma recomendo a todos que não tem pânico de mergulhar, ou claustrofobia. A sensação de estar lá embaixo vendo aquilo tudo é indescritível! Na empresa são todos muito atenciosos e achei o preço super bom por tudo que inclui.

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Xel-Ha, o parque natural – 20/10/13

Existem 3 principais parques de diversão em Cancun: o Xcaret, o Xel-Ha e o Xplore. Pela pesquisa prévia que eu havia feito, sabíamos que o Xcaret era um parque mais “americanizado”, com shows, zoológico, um monte de coisas para fazer além de snorkel. O Xel-Ha era um parque 100% natural para se fazer snorkel e observar a vida marinha. Já o Xplore era o parque “radical” com tirolesas e cavernas.

Quando montamos o nosso roteiro, de cara colocamos o Xplore na lista. Deixamos para escolher entre os outros dois parques quando estivéssemos em nosso destino. Mas quando começamos a pesquisar os valores dos passeios, já em Cancun, percebemos que o custo benefício do Xel-Ha era bem melhor, pois o parque é All-inclusive, ou seja, podíamos comer e beber a vontade, poderíamos alugar os snorkels e pés de pato, as toalhas e os armários, e de quebra poderíamos tomar uma ducha, tudo incluso no preço da entrada. E como queríamos muito mergulhar com snorkel, decidimos pelo Xel-Ha ao invés de Xcaret. O ônibus veio buscar na recepção do hotel as 7hs da manhã, e nos buscou no parque as 17hs para voltar.

Para comprar o passeio, é bom pesquisar em pelo menos duas agências de turismo em Cancun, além do serviço do hotel. Na primeira agência que fomos, o passeio com a entrada e o transporte ida e volta custava USD 139,00. Nós compramos por USD 95,00 no quiosque da praia que ficava do lado do nosso hotel (também com transporte). Aliás este quiosque eu recomendo muito! Compramos lá também nosso mergulho de cilindro, que vou comentar no próximo post. O quiosque é este ai da foto abaixo.

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No ônibus na ida tem um guia que explica um pouco do parque, dá algumas dicas e tenta vender alguns produtos. As dicas são ótimas, mas não se deixem cair na conversa de que no parque eles vão confiscar qualquer protetor solar que não seja biodegradável. Realmente eles proíbem o protetor que não é biodegradável, porque é nocivo á vida marinha. No entanto você pode levar o seu normal e trocar na entrada por um que seja biodegradável, e ao final do passeio você pega o seu de volta. Nós caímos na conversa e compramos no ônibus um protetor biodegradável por USD 15,00, porque o guia falou que o nosso seria confiscado e ficaríamos o dia todo sem protetor.

Chegando ao parque fomos direto à área dos armários deixar as coisas e pegar o esquipamento de mergulho. Para pega-los, é necessário deixar um depósito de USD 25,00 por pessoa, que ao final você pega de volta quando devolver todo o equipamento.

O parque é enorme, cheio de lugares para mergulhar, a água é cristalina, tudo muito lindo! O guia deu a dica de irmos primeiro ao rio, que vai de encontro ao mar dentro do parque, pois se deixássemos para depois ficaria muito lotado e seria ruim de ver os peixes. Seguimos a dica e começamos pelo rio. A água não é gelada, é congelante! Passei frio o dia todo, por isso recomendo levar aquelas blusas de nylon para mergulho. No outro parque eu levei e quebrou o galho.

No rio você pode ir com o snorkel observando tudo, ou com uma bóia. Nós preferimos ir observando e foi muito bonito, cheio de peixinhos azuis. Tiramos muitas fotos.

No parque também tem umas tirolesas pequenas e duas cordas, uma em cima da outra, onde você anda em uma e se segura na outra. Dói muito o pé mas é legal. Tem lugares para saltar na água também.

O melhor lugar para ver os peixes é embaixo da ponte elevada, perto de um barco que o fundo é de vidro para quem tem medo de mergulhar poder observar os peixes. Ali os peixes são maiores e em maior quantidade, lindo! Tem caverna Maia, tem gruta, tem trilha, tem cenotes, enfim, o parque é lindo! Tem algumas atrações opcionais que se paga a parte, como o nado com golfinhos ou tubarão, ou o Spa.

O almoço do parque é delicioso, com muita variedade. Nos disseram que tinha 4 restaurantes mas só achamos dois, e o primeiro deles era o que tinha maior variedade. Até achamos carne!! Uma delicia!

Durante as atividades tem vários fotógrafos que vão “flagrando” os momentos interessantes para no final cobrar a parte pelas fotos. Não sei quanto era pois nem nos interessamos em pegar as fotos, já que tiramos bastante foto com nossas câmeras a prova de água. Vale muito a pena trazer uma gopro, usamos todos os dias e as fotos ficaram sensacionais!

Enfim, o parque é maravilhoso! Aí vão mais algumas fotos:

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O tempo em Cancún

Quando comecei a pesquisar sobre nosso destino, antes da viagem, para fazer um “pré-roteiro” e tal, e vi alguns comentários sobre o tempo em Cancún em Outubro, deu um medinho… Outubro ainda é temporada de chuva e furacão (que vai de Julho a Novembro) e pelas médias dos anos anteriores, o que chove mais. Até a previsão do tempo era desanimadora: Chuva quase todos os dias! Mas resolvi ter fé em um dos blogs que pesquisei, que agora não lembro o nome mas depois vou procurar para dar os devidos créditos. Ele dizia que não se deve acreditar na previsão do tempo para esta cidade, porque por mais que esteja escrito que vai chover, com certeza irá chover apenas de manhã OU de tarde, e o outro período terá um sol de rachar. É bem isso mesmo. Pelo menos nos 4 dias que estamos aqui só tivemos uma chuva ontem de manhã, mas a tarde já estava um dia lindo novamente.

Está muito calor aqui, o dia todo. Casaco é só para usar dentro dos lugares onde eles colocam o ar-condicionado para congelar. Média de 30 graus mas com uma sensação de 40 em alguns dias, por causa da humidade.

Tenho a impressão de que o sol deles é mais forte que o nosso, pelo menos o nosso sol do sul do Brasil, rsrs… Mas fiquem tranqüilos mamães pois estamos abusando do protetor solar e nos cuidando muito para podermos aproveitar as férias até o final.

Vou ficando por aqui. Até o próximo post!

Nado com Golfinhos – Isla Mujeres – 19/10/13

Não tem como não se apaixonar, os golfinhos são muito fofos! Vale muito a pena tanto o “nado” quanto o passeio para Isla Mujeres.

Um dos passeios por quarto estava incluso no nosso pacote do hotel, então somente tivemos que pagar um passeio por casal, no valor de USD89,00. Este valor incluía a viagem de barco ida e volta, cafe da manhã no barco, o “encontro” com o golfinho, almoço e bebidas a vontade na ilha e no barco na volta, toalhas e armários para guardar os pertences. O nosso pacote era apenas de encontro com o golfinho mesmo. Nós podíamos pegar nele, beijar, brincar mas não podíamos nadar com ele. Existem outras duas categorias de preço onde uma delas da para subir na calda de dois golfinhos e fazer um tipo de Jet Ski, e a outra você efetivamente nada com eles. Para cada “upgrade” de categoria são USD 30,00 a mais.

O barco sai as 9hs da manha, leva 50 minutos para chegar na ilha, e tem dois horários de volta: as 15:30 e as 17:30. Fora o tempo que estivemos com o golfinho, nós podíamos ficar na piscina ou nas espreguiçadeiras curtindo o visual do mar Caribenho, que é de um azul espetacular! A ilha tinha outras atrações fora do parque dos golfinhos, mas eram um pouco longe e não dava para ir a pé, tinha que pegar um taxi, então acabamos não indo.

Marcamos o nosso encontro com o golfinho as 10:30 e depois vimos que não podíamos ter escolhido um horário melhor. Os outros horários eram as 13:30 e as 16:30, mas o tempo que ficamos dentro da água é em torno de uma hora e se tivéssemos pego os outros horários, com certeza tínhamos nos torrado no sol. Entramos na água em um grupo de umas 20 pessoas e cada uma delas da um beijo na boca do golfinho, ganha um beijo na bochecha, faz carinho nas nadadeiras dele e faz outros 2 movimentos. Em cada um desses movimentos é tirada uma foto, que ao final eles tentam te vender a um preço que considerei abusivo: USD 25,00 por foto, ou o CD por USD 108,00 que depois de negociado chegou a USD 81,00. Eu e o Rafa preferimos não comprar nada, já que a experiência sem duvida é inesquecível mesmo sem as fotos (nosso bolso agradece!).

Os golfinhos são o máximo! Fiquei impressionada com a textura da pele deles, muito gostosa! O nosso golfinho era uma fêmea chamada Daniela e tinha um filhotinho que ficava a seguindo o tempo todo, uma graça.

Como não tínhamos muito o que fazer depois do encontro, resolvemos voltar no barco das 15:30 mesmo para descansar um pouquinho antes do jantar.

Abaixo vão algumas fotos que tiramos por lá, só para dar água na boca…

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